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| Minha casa. Desenho da Maitê C.M., 7 anos |
| A agradável cidade de Goiás. Foto: Anita Di Marco |
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| São Paulo.Foto: Anita Di Marco |
Ecos da vida: ecos urbanos, linguísticos, culturais e imateriais em um espaço plural e simples, como eu.
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| Minha casa. Desenho da Maitê C.M., 7 anos |
| A agradável cidade de Goiás. Foto: Anita Di Marco |
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| São Paulo.Foto: Anita Di Marco |
Quem tem menos de 40 anos não vai acreditar, mas houve um tempo, não muito distante, em que as crianças iam para a cama após ouvir uma certa musiquinha. Verdade! Durante mais de uma década, esse "comercial" marcou o encerramento da programação infantil na antiga TV Tupi, hoje Alterosa. Funcionava como um sinal para as crianças se retirarem da sala e irem dormir. É claro, as mães da época adoravam o jingle! Era exibido uma única vez, à noite, exatamente às 21h. Portanto, acreditem: nas décadas de 60/70 nenhuma criança ia dormir sem antes assistir ao comercial dos Cobertores Parahyba (de acrylã), empresa de São José dos Campos. Meu irmão "Francisquinho" que o diga! Com seus 3-4 anos, vinha em desabalada carreira de onde estivesse (casa pequena, não dava para correr muito, mas...) para ouvir o famoso comercial”. A trilha era do Maestro Erlon Chaves.
Outros comerciais que me encantavam eram os da VARIG, principal companhia aérea
brasileira nos anos 60, 70 e 80. Com a concorrência com
empresas estrangeiras, a VARIG entrou em crise a partir dos anos 90 até ir a
leilão em 2006. Mas ficou na memória afetiva de muitos pela criatividade. Hoje, tudo parece ter ficado muito mais acelerado e eu gostava daquelas propagandas mais longas, com trilhas sonoras mais calmas, sem
essa profusão de imagens que mais parece que estamos em um ambiente com luz estroboscópica.
Absolutamente desconfortável! Não sei se vocês se lembram, mas nas minhas aulas
de física, sempre estudávamos o efeito desse tipo de luz nas atividades
cotidianas. Dava até medo... Mas, voltemos à VARIG...
Eu me lembro, sobretudo, de
três campanhas publicitárias: 1—Estrela brasileira, de 1960,
criada
por J.B. de Oliveira Sobrinho, com o jingle de Caetano Zama. No comercial,
Papai Noel voava a jato pelo céu... pela VARIG e a assinatura final (Varig,
Varig, Varig) era inconfundível. Outras duas (assista aqui aos dois comerciais) eram: 2—Urashima Taro, de 1968, a partir de uma lenda do folclore japonês e lançada para
promover os voos entre Brasil e Japão. A música é
de Archimedes Messina e a cantora é Rosa Myiaki, apresentadora do programa
"Imagens do Japão", da década de 1980. 3— Sr. Cabral. Era engraçadíssimo (para não dizer triste) ver os indígenas
gritando “Bem-vindo seo Cabral”.... Mas
a música ficou. A criação dessas duas campanhas foi de José Carlos Galerani Diniz.
Parabéns aos nossos publicitários, músicos, redatores, autores. Viva a
criatividade brasileira!
https://viajantedotemporeall.blogspot.com/2015/09/cobertores-parahyba.html
https://www.youtube.com/watch?v=-phRXCfmvqY
https://www.youtube.com/watch?v=iEndpo9rAqE
https://vidadosgamers.wordpress.com/2014/12/11/comercial-cobertores-parahyba-1961/
https://www.youtube.com/watch?v=-phRXCfmvqY
https://www.youtube.com/watch?v=-phRXCfmvqY
https://vejasp.abril.com.br/coluna/memoria/varig-comerciais-inesqueciveis/
http://culturaaeronautica.blogspot.com/2017/07/os-caravelles-da-varig-primeiro-jato.html
https://www.istoedinheiro.com.br/9-companhias-aereas-brasileiras-que-ja-nao-operam-mais/
. . .
Quando uma porta se fecha, outra se abre; quando um caminho termina, outro começa... nada é estático no Universo, tudo se move sem parar e tudo se transforma sempre para melhor. Habitue-se a pensar desta forma: tudo que chega é bom, tudo que parte também. É a dança da vida... dance-a da forma como ela se apresentar, sem apego ou resistência.
Não se apavore com as doenças... elas são despertadores, têm a missão de nos acordar. De outra forma permaneceríamos distraídos com as seduções do mundo material, esquecidos do que viemos fazer neste planeta. O universo nos mandou aqui para coisas mais importantes do que comer, dormir, pagar contas.... Viemos para realizar o Divino em nós. Toda inércia é um desserviço à obra divina. Há um mundo a ser transformado, seu papel é contribuir para deixá-lo melhor do que você o encontrou. Recursos para isso você tem, só falta a vontade de servir ao Divino servindo a humanidade.
Não diga que as pessoas são difíceis e que convivência entre seres humanos é impossível. Todos acreditam que estão se esforçando para cumprir a missão que lhes foi confiada. Se você já está mais firme, tenha paciência com os companheiros de jornada. Embora os caminhos sejam diferentes, todos seguimos na mesma direção, em busca da mesma luz. E sempre que a impaciência ameaçar sua boa vontade com o caminhar de um semelhante, faça o exercício da compaixão. Isso vai ajudá-lo a perceber que, na verdade, ninguém está atrapalhando o seu caminho nem quer lhe fazer nenhum mal, está apenas tentando ser feliz, como você.
Quando nos colocamos no lugar do outro, algo mágico acontece
dentro de nós: o coração se abre, a generosidade se instala dentro dele e nasce
a partir daí uma enorme compreensão acerca do propósito maior da existência,
que é a prática do AMOR.
Quando
olhamos uma pessoa com os olhos do
coração, percebemos o parentesco de nossas almas. Somos uma só energia,
juntos formamos um imenso tecido de luz....
Não existem as distâncias físicas. A Física Quântica já provou que é
tudo uma ilusão. Estamos interligados por fios invisíveis que nos conectam à
Criação da vida. A minha tristeza contamina o bem-estar do meu vizinho,
assim como a minha alegria entusiasma alguém do outro lado do mundo. É
impossível ferir alguém sem ser ferido também, lembre-se disso. O exercício
diário da compaixão faz de nós seres humanos de primeira classe.
André Luiz, através de Chico Xavier